COLEGAS SAFADAS

25 maio

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” Eu estava cheio de serviço aquela semana, por isso resolvi chegar bem mais cedo que o normal na quinta-feira. Como de costume, Ângela (nome fictício, é claro), a recepcionista do andar, já estava lá. Como fazia algum calor, ela estava sensualmente vestida com uma calça de lycra preta colada ao seu corpo, e um top minúsculo de alcinhas sob uma blusinha transparente. Ângela é uma garota deliciosa, 1,70m de altura, 55kg, peitos volumosos mas firmes, uma bunda de dar inveja a muita garota da Playboy, redondinha e arrebitada. Sempre tive um tesão especial por aquela mulher, especialmente quando ela vinha com roupas provocantes e seus longos cabelos negros soltos até a cintura. Vistosa, ela provocava qualquer homem apenas ao passar com aquele corpão de violão. Bem, cheguei, cumprimentei-a como de costume e me tranquei em minha sala, pois não queria ser incomodado. Mas a visão daquela escultura logo ao chegar me provocou. Ao sentar em minha mesa, fiquei pensando em como seria ter aquela mulher maravilhosa em minhas mãos nem que fosse por alguns instantes. Nisso, sentindo sinais de vida em meu membro, quase que instintivamente – afinal, eu estava sozinho em minha sala -, comecei a acariciar meu amigo de trepadas por sobre a calça. Nisto, repentinamente, entra Ângela em minha sala, sem bater, me pegando de surpresa com a “arma” na mão. Na hora eu não sabia o que fazer, se dava uma bronca por ter entrado assim, ou se me escondia debaixo da mesa de vergonha. Notei que ela também ficou meio sem jeito, pediu desculpas por ter entrado assim, mas tinha esquecido de me entregar um envelope assim que cheguei. Eu disse que tudo bem, que eu é que devia me desculpar. Mas ela, nitidamente com dificuldade de tirar os olhos do volume que se pronunciava sob minha calça, disse que estava tudo bem, que ela não havia visto nada, e foi virando as costas, quando de repente, num tom deliciosamente malicioso completou : “Por enquanto…”. Na hora não me contive, tive um ímpeto de pular a agarrá-la ali mesmo, mas me fiz de desentendido, embora já tivesse percebido algumas vezes os olhares sorrateiros que ela jogava sobre mim quando eu passava pela recepção. Perguntei a ela o que ela queria dizer com aquilo. Ela voltou-se, fechou a porta e se aproximou de mim. Senti o calor de seu corpo de fêmea exalando um delicioso perfume de jasmim, e ela aproximou seus lábios dos meus.

Esperei ela tomar a atitude e, quando aqueles lábios vermelhos e carnudos se colaram aos meus, imediatamente a agarrei pela nuca e cintura, levantei-me e a virei por sobre a mesa, e sorvi cada momento daquele beijo, apertando loucamente meus lábios contra os dela, enroscando nossas línguas numa dança lasciva e sensual, ao mesmo tempo em que apertava meu corpo contra o dela. Ainda nos beijando, desci uma mão até sua bunda, enquanto que com a outra agarrei um de seus seios. Ela estremeceu, gemeu gostoso, e aí eu voltei à realidade, percebi que se continuássemos aquilo, alguém poderia chegar e nos pegar naquela “festa”. Parei o beijo mas, ainda agarrando sua bundinha, disse que se ela quisesse continuar, era só me dizer, mas deveria ser em outra hora, em outro lugar, sem ninguém saber, pois sou casado. Ela arfava de tesão, dava pra perceber os bicos de seus seios intumescidos sob o top, e disse que ela estava ansiando por este dia, apesar de ser noiva. Disse que sempre que eu passava por ela, vivia imaginando como seria me ter na cama, possuindo-a como fêmea. Foi como ter aberto as portas do Paraíso. Aquela potranca sensual também nutria por mim os mesmos desejos, e aquela “coincidência” da manhã foi a senha para liberarmos nossos instintos.

Combinamos então de irmos almoçar juntos, mas ela queria que fosse na casa dela. Ela mora sozinha com mais uma amiga, e a amiga não estaria na hora do almoço em casa. É lógico que ela seria o prato principal. É desnecessário também dizer que até a hora do almoço foi um tremendo sacrifício me concentrar no trabalho. Ao meio dia, combinamos de nos encontrar no estacionamento. Fui seguindo seu carro até sua casa, na verdade um prédio em Moema. Ela não entrou no estacionamento, paramos os carros defronte o prédio e entramos juntos. O calor estava mais intenso e ela já havia tirado a blusinha, ficando apenas com o pequeno top e a calça apertadinha que delineava, além de sua espetacular bunda, uma buceta de dar água na boca. Começamos a sarração no elevador mesmo, enquanto subíamos até seu apartamento. Beijávamos, sugávamos os lábios um do outro, eu beijava sua nuca, seu pescoço, enquanto massageava seus seios e sua bundinha. Ela, por sua vez, apertava seu corpo contra o meu, se esfregando contra meu membro, a esta altura já explodindo dentro da calça. Chegamos e imediatamente entramos para o seu quarto. A cama de casal estava ainda desarrumada, com seu delicioso cheiro impregnado nos lençóis. O tesão era demais, e fomos imediatamente tirando a roupa um do outro, numa mistura de pressa, tesão incontido, gemidos, beijos e lambidas em cada parte do corpo que se descobria. Ao libertar seus seios, fiquei como que hipnotizado por aquela visão. Jamais tinha visto seios tão fartos e firmes ao mesmo tempo. Ao tirar sua calça e, depois, a minúscula calcinha enterrada, fiquei maravilhado ao descobrir, diante de mim, aquela buceta cheirosa, coberta por um pequeno tufo de pelos negros delicadamente depilados, cobrindo apenas o púbis. Fiquei imaginando o tamanho dos biquínis que ela usava, e da sanha dos homens vendo-a passar na praia exibindo aquele corpo de deusa. E fiquei mais tarado ainda, ao perceber que aquela musa estava todinha diante de mim, pronta pra se entregar. Ela por sua vez, soltou um gemido sufocado ao libertar meu membro, que se apresentou latejante, com a cabeça vermelha e brilhante apontando pra ela. Ela ficou impressionada com o tamanho da coisa, dizendo que agora que viu como era gostoso, queria ser comida por todos os buracos pela minha ferramenta. E foi logo abocanhando o seu novo brinquedo. Ela chupava muito gostoso, foi um dos melhores boquetes que já tive. Enquanto enfiava ritmadamente todo o comprimento do pau em sua boca, e o tirava apertando-o com os lábios, passando a língua macia em torno dele inteirinho, ao mesmo tempo batia uma punheta pra mim com uma das mãos, e com a outra tocava uma intensa siririca em seu grelhinho. Fiquei alucinado, comecei a mexer meu quadril ao ritmo de sua chupada, enquanto me inclinava para alcançar seus seios. Agarrei um deles e puxei seu braço que tocava a siririca, pegando sua mão. Levei seu dedo até minha boca, e pude sentir o cheiro delicioso daquela buceta perfumada, e o sabor de seu mel ao lamber seus dedos. Soltei seu braço novamente e agora ela enfiou o dedo na buceta, até o fundo, e ficou mexendo ali como louca, enquanto sugava meu pau com mais força. Logo, ela começou a estremecer e se jogou sobre a cama, ainda com o dedo enfiado, e pude ver seu corpo se contorcer todo em espasmos durante seu gozo, que molhou sua buceta e sua mão. Ela gemia feito louca, como se estivesse lhe faltando o ar. Eu não aguentei ver aquela cena tão excitante sem fazer parte dela, e pulei sobre seu corpo, encoxando aquela xana enquanto mamava seus peitos vorazmente. Ela começou a se rebolar toda sob meu corpo, me chamava de tarado gostoso e pedia pra ser chamada de puta, devassa, vadia gostosa, cadelinha. Eu fiz mais que isso, e disse que a foderia com gosto, pois ela era uma puta vagabunda, que se exibia toda pra mim no escritório, que ela queria mais é ser comida, lá mesmo, pelo meu caralho latejante. Misturadas a gemidos e gritos de tesão, nossas frases chulas e palavrões foram se tornando cada vez mais intensos e excitantes, e a ralação chegou a um pico de excitação que já não contínhamos mais. Virei-a bruscamente, deixando-a de quatro, puxando seu quadril pra perto da borda da cama. Me postei de pé atrás daquela anca maravilhosa e comecei a chupá-la com vigor, lambendo desde seu cuzinho até seu grelinho. Ela gritava e se contorcia deliciosamente, pedindo pra ser fudida de uma vez por aquele mastro vigoroso que ela já havia preparado com sua boca. Resolvi aplacar seu desejo (e o meu também) e, numa única estocada, enfiei aquele monstro de prazer, duro como pedra em sua gruta, a esta altura toda lubrificada com o seu gozo e minha saliva. Tive de forçar um pouco na entrada, mas isto fez aumentar ainda mais o nosso tesão. Gritamos feitos loucos ao sentir meu pau bater contra seu útero, as bolas pressionarem seu grelo, e começamos um frenético vai-e-vem, cada vez mais forte e rápido. Tanto eu forçava meu pau contra aquela buceta, quanto ela fazia o movimento ao contrário com seu quadril, aumentando ainda mais a sensação da penetração. Em poucos minutos, senti meu pau inchar de tal modo que o gozo veio intenso e abundante. A primeira jorrada a inundou e ela gritou pra que eu gozasse tudo, melando-a todinha, enquanto apertava seu grelinho contra minhas bolas. Ao sentir as latejadas que engrossavam mais ainda meu caralho, ela se entregou a mais um gozo, dessa vez mais intenso que o primeiro. Senti sua pele se arrepiar toda, ela gritava, mordia os lençóis, se esfregava no colchão enquanto arrebitava a bundinha deliciosa. Aos poucos fomos nos restabelecendo e ela se virou pra me beijar mais uma vez com aqueles deliciosos lábios carnudos. Nisto ela levou um susto. Atrás de nós, na porta de seu quarto, estava Paula, sua colega de apartamento. Paula também era uma gata, outra deliciosa morena, mas de cabelos curtinhos. Ela estava de mini-saia e o que vimos foi incrível. Ao chegar em casa, pois não ia mais ter aula à tarde aquele dia, nos pegou no início da foda. Ela começou a nos observar e tocar uma siririca, mas resolveu aplacar seu desejo com um vibrador que tinha guardado. Foi exatamente assim que a vimos, agarrada ao batente da porta de Ângela, com a blusa levantada deixando os seios à mostra, e o vibrador enterrado na buça que já escorria gozo pelas pernas. Ao perceber nosso susto, ela disse que era pra continuarmos, pois ela já tinha feito isto antes quando Ângela estava com o noivo. Mas dessa vez ela queria participar. Ângela não expressou nenhuma reclamação, o que me fez supor que elas já haviam dividido algum macho antes. Perguntei a elas se eram lésbicas, pois isso me broxaria imediatamente, pois não topo ver qualquer tipo de relação homo. Elas disseram que não, que cada uma queria apenas me sentir, queriam dividir um macho gostoso que as fodesse com vontade. Ângela já tinha tido sua parte de foda, mas Paula queria algo mais “vivo” que o vibrador dentro dela. Elas me deitaram sobre a cama e Paula foi logo se sentando sobre meu quadril, esfregando sua buceta em meu pau, que logo começou a dar sinais de vida. Ângela por sua vez se ajoelhou sobre meu rosto, e queria ser chupada mais uma vez. Aquilo me deixou louco : ter duas gatas maravilhosas, quentes e sedentas, se satisfazendo e me satisfazendo por completo. Paula finalmente se encaixou em mim, sua buceta era macia e mais apertadinha que a de Ângela. Ela começou a cavalgar deliciosamente, enquanto eu me entretia com as chupadas em Ângela. Enquanto o mexe-mexe ficava mais selvagem e gostoso, peguei o vibrador e resolvi satisfazer um dos desejos de Ângela : o de ter todos os seus buracos comidos. Segurei seus quadril com força e esfreguei o vibrador em seus sumos que escorriam abundantemente. Fui escorregando então a ponta em direção ao seu cuzinho. Ela percebeu minhas intenções mas tentou se esquivar, no que eu a segurei com mais força. Então eu disse que se ela queria se sentir mesmo uma fêmea realizada, eu iria arrombar seu cuzinho enquanto chupasse seu grelinho. Ela resistiu um pouco, mas logo consegui enfiar o vibrador por aquele buraquinho rosado, que piscava feito louco num misto de dor e prazer, que logo deu lugar a este último apenas. Liguei o vibrador e senti ela dar pinotes ao se rebolar sentindo aquele tarado eletrônico remexendo dentro dela. Enquanto isso, Paula ficava cada vez mais doida cavalgando em meu pau. Senti então que Paula, entre gemidos e gritinhos histéricos, gozava feito louca. Foi tanto gozo que escorreu pelo meu corpo, molhando até o lençol. Ela resolveu então ser egoísta, e disse que queria ter meu mastro enterrado no seu cú, como eu estava fazendo com o vibrador em Ângela. Para Ângela foi um alívio, pois finalmente deixei de sodomizá-la com aquela máquina. Ela se levantou rápido e foi lavar o coisa no banheiro, enquanto eu virava Paula de bruços e começava a lubrificar seu cuzinho com seu próprio gozo, que ainda escorria de sua buceta. Quando começava a posicionar a cabeça na entradinha, Ângela retornou e se sentou à nossa frente, e disse que queria ver a amiga ser enrabada pela minha tora enquanto se masturbava com aquele “brinquedinho”. Obediente, continuei meu trabalho forçando a entrada aos poucos, alargando cada vez mais aquele cuzinho delicioso. Paula voltou a gemer, sentindo meu cacete lhe alargando o rego, mas estava adorando. Eu não sabia se me deliciava olhando para aquela bunda também gostosa voltada pra mim ou para a buceta de Ângela, toda arreganhada em minha direção com aquele vibrador entrando e saindo freneticamente. Vendo Ângela se masturbando daquele jeito, eu me inspirava cada vez mais, e comecei a fuder o cú de Paula no mesmo ritmo que Ângela se fudia. Meu pau já deslizava com mais facilidade naquela bunda lasceada, saia e entrava rapidamente, fazendo Paula rebolar gostoso a cada enfiada. Ângela foi ficando mais excitada, eu também, e Paula então já não continha mais seus gritos. Gozamos os três juntos, inundei a bundinha de Paula com meu leite quentinho, e Ângela tremia mais uma vez, segurando seu amante artificial com as duas mãos dentro dela. Vendo que o horário do almoço já estava acabando, eu e Ângela fomos tomar um banho enquanto Paula se refazia. Ao sairmos, Paula ainda me deu um beijo maravilhoso, mostrando ter uma boca tão deliciosa quanto o de Ângela. Depois ainda pude ter Ângela mais algumas vezes, sozinha ou com a Paula novamente, assim como acabei trepando com Paula muitas vezes, uma vez inclusive quando Ângela estava com o noivo no apartamento, mas isto conto depois. Se você quiser sentir o que as duas sentiram, basta me enviar um mail (hotman_sp@hotmail.com).

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